
Corro sobre a vida sem cor atrás do sonhos que ainda restam, mas pouco a pouco nos perdemos. Corro tentando alcançar algo que não existe, corro buscando um motivo e só encontro desencontros. É um mal estar libertino que me dilacera. Corro dentro da minha cabeça torcendo que amanheça e o dia me traga esperança: algo que esperar. Ouço musicas que chegam perto do que sou, mas me tornei impenetrável o suficiente para que nada possa me tocar. E todos os dias passam entre a tristeza e melancolia e sentimentos que o tal do pudor não me deixam mencionar. A verdade é que estou presa, perdida no tempo em que uma dor me tornou a garota mais triste, em que me tornei uma estrela sem brilho, eu presa em mim, sufocada em uma camisa de força ensurdecedora onde só quem sabe o que se passa dentro de mim sou EU. Desilusão-->Decepção-->SOLIDÃO!
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