Não posso saber em que momento na vida virei um lágrima, na verdade a sensação é oca. Caminhos lembro-me bem, dificeis, e de minhas melhores partes despir-me para que ficasse cada vez mais leve, que surpresa nao foi descobrir o que me tornei, momento nenhum havia percebido o que estava acontecendo, nessa impiedosa imposição de ter que sentir. O meu palpite é que seguimos em estradas opostas, e que meu lado bom se encontra feliz, em mim torço para que nos reencontremos, não como dois desconhecidos...mas como alguém que se vê...e que novamente ao darmos as mãos, não seja, por breves instantes, mas que de novo eu possa sentir: que sou eu mesma.

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