Sou incapaz de perceber
Se me pego pensando
Também quero esquecer... .
Se busco na flor .
o encanto... ...
Quebro promessas .
Destruo sonhos... . .
Desatino dois laços . .
para juntar o incerto . .
. .
mas que certeza há . . .
na boca que fala? . .
que mal há na mão que cala? .
que tristeza há no coração que parte? .
que começo há, no fim que chega? .
.
Se imagino dias que não vivi
Se me questiono o mereçeminto .
Se me aparto a felicidade .
A partir do momento em que meu . .
coração ao meio .
sofre calado, e desaguadouro .
cachoeiras alheias
.
. (Lais Barreto Peixoto)
.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
DE MAIS NINGUÉM
Sutil passou-se despercebido
Gritante socou-me em feridas
E é assim meu eu lágrimas
Tão só quanto o sol que nasce
Tão mais noite, que a Lua logo chega...
Felicidade são momentos
Que para muitos, raros.
E pra poucos, fases.
E para mim, é a dor do final
da tarde...
E esse amor preso
è aquela espada presa em uma pedra
só que não há mais quem a tire de mim.
(Lais Barreto Peixoto)
Gritante socou-me em feridas
E é assim meu eu lágrimas
Tão só quanto o sol que nasce
Tão mais noite, que a Lua logo chega...
Felicidade são momentos
Que para muitos, raros.
E pra poucos, fases.
E para mim, é a dor do final
da tarde...
E esse amor preso
è aquela espada presa em uma pedra
só que não há mais quem a tire de mim.
(Lais Barreto Peixoto)
terça-feira, 26 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
Elementos
Acompanhada do desejo:
a falta
mãos dadas com o vento
que sopra e não diz para onde...
Paulatinamente sinto algo de diferente
que vem de outras eras, e outras partes
que nostalgicamente pesa na ausência
do concreto.
Suspiro a maritimidade
das rotas das quais navego
e revoo e cruzo casas e avenidas
e não me reconheço em parte alguma
Se há algo apartado que me garante
extinto
também me cerca de duvidas impertinentes
e vontades malogradas.
Busco o revolto das àguas
Algo de inquieto
que tenha a ritmicidade do
meu coração....
(Lais Barreto Peixoto)
(Lais Barreto Peixoto)
Coragem!
"Amar é como pular de um penhasco a dois, deve-se ter do lado alguem em quem se confia e por quem valha a pena arriscar."
(Lais Barreto Peixoto)
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Faxina
Limpando os rastros
do passado
Para embarcar em
uma nova
aventura...
Status:
Fotos: Removidas
Videos:Removidos
Pessoas imcompativeis:Removidas
Dor, tristeza e mágoas: Removidas
Lembranças: Removidas
Cartas:Removidas
Sentimentos: Removidos...
E com a meu lar a virar pó, reconstruo tijolo por tijolo uma nova morada, para o meu novo amor!
(Lais Barreto Peixoto)
do passado
Para embarcar em
uma nova
aventura...
Status:
Fotos: Removidas
Videos:Removidos
Pessoas imcompativeis:Removidas
Dor, tristeza e mágoas: Removidas
Lembranças: Removidas
Cartas:Removidas
Sentimentos: Removidos...
E com a meu lar a virar pó, reconstruo tijolo por tijolo uma nova morada, para o meu novo amor!
(Lais Barreto Peixoto)
sábado, 16 de abril de 2011
Experiência
Já vivi pelos extremos, , mas nem por isso sei mais, entre os caminhos há tanto de desconhecido, muito mais do que se possa imaginar.
(Lais Barreto Peixoto)
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Vozes
Sim?!Não???!!!Sim!!!Não! Sim?!Não!???
Me deixem malditas bocas
Deixe-me a chance de poder me arrepender por algo que escolhi...
terça-feira, 12 de abril de 2011
Mania de gostar
Nem te quero
e mesmo assim te gosto
e mesmo assim te gosto
Liberto a ti
e me mantenho presa
não sei porque e nem pra que
se o sentimento esvaiu-se
Quero constelações
E esquecer que o sol existe
Quero amores
Que acabam quando a noite chega
e recomeça quando o céu se abre
em verdades discriminadas e incompletas.
(Lais Barreto Peixoto)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Exércicio de paciência
Respire 1,2,3 vezes.
Leve a certeza de que tudo passa.
Um momento pode ser infinito
mas começa e tem fim quando acaba.
E se é de fases
Fase de enlouqueçer
de chorar e amar
de sorrir e sofrer
do querer calado
do gritar um sentimento
Fase em que o lobo é presa
Em outra em que ataca
E deixa a agonizar uma outra criatura.
Sinto e quero transformar o mundo
Ansio e já não sinto nada.
Falo e sem sentir calo
toda a dor que há em mim.
Crio monstros e heróis
Mato um por um nos meus pensamentos
Sou uma menina que deixou de sonhar
E na manhã seguinte nem sei mais
em que mundo estou...
Eu vivo feliz em um passado
no presente estou morta e ainda doe
O futuro é um par de estrelas
que minhas mãos não podem alcançar...
e grito a Deus:
-Dai-me paciência!
(Lais Barreto Peixoto)
{Musica}
Leve a certeza de que tudo passa.
Um momento pode ser infinito
mas começa e tem fim quando acaba.
E se é de fases
Fase de enlouqueçer
de chorar e amar
de sorrir e sofrer
do querer calado
do gritar um sentimento
Fase em que o lobo é presa
Em outra em que ataca
E deixa a agonizar uma outra criatura.
Sinto e quero transformar o mundo
Ansio e já não sinto nada.
Falo e sem sentir calo
toda a dor que há em mim.
Crio monstros e heróis
Mato um por um nos meus pensamentos
Sou uma menina que deixou de sonhar
E na manhã seguinte nem sei mais
em que mundo estou...
Eu vivo feliz em um passado
no presente estou morta e ainda doe
O futuro é um par de estrelas
que minhas mãos não podem alcançar...
e grito a Deus:
-Dai-me paciência!
(Lais Barreto Peixoto)
{Musica}
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Recomeçar
O passo.
No primeiro ato.
Descubro.
Quando emfim me vejo.
Acordo.
De um sonho ótimo.
Arrisco.
Pois se perco ganho.
Vou
Nos teus olhos novos.
Cachoeirar-me
De esperanças novas.
Nos teus braços fortes
Amar, a tua metade,
e fazê-la minha.
Seguro
Tua mão.
e imagino-me segura.
Voando, lugares inéditos
Criando um novo mundo
Só pra nós dois.
(Lais Barreto Peixoto)
No primeiro ato.
Descubro.
Quando emfim me vejo.
Acordo.
De um sonho ótimo.
Arrisco.
Pois se perco ganho.
Vou
Nos teus olhos novos.
Cachoeirar-me
De esperanças novas.
Nos teus braços fortes
Amar, a tua metade,
e fazê-la minha.
Seguro
Tua mão.
e imagino-me segura.
Voando, lugares inéditos
Criando um novo mundo
Só pra nós dois.
(Lais Barreto Peixoto)
Buon Appetito...
Põe-me sobre a mesa
Assim tu tens uma bela janta
Lambe os beiços sem deixar sobras
Mastiga-me aos poucos
Sente o sabor.
Traga temperos
Com cores fortes.
Agora tenha calma.
Não seja ligeiro.
Aproveita a mesa farta, à vontade.
Sacie-se.
Depois agradeça
Por ter ainda o meu gosto
Quando eu for embora.
(Lais Barreto Peixoto)
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Sindróme da abstinência da droga do amor
Faz apenas quatro dias que nao te cheiro, que não te trago e nem sequer te vejo.
Meus olhos andam loucos pelas ruas procurando um traficante qualquer
que me sacie essa dor da falta.
E sinto o ar pesado dentro de mim, ao respirar.
Meu semblante depedente de ti para sorrir
amarga, inquieto e só.
Sinto lágrimas dentro de mim
È o desespero querendo inundar-me.
È aquela voz do meu pensamento
Eu te amo, eu te quero, eu te quero...
E eu sufocando-me, e buscando apagar
da memória o vício da satisfação, da felicidade extrema
Do amor sem igual, e daquela imagem
De meu eu desfigurado, e alucinado
Pelo fantasma do passado.
E tenho força
E quero curar-me
Tirar de ti essa posse de mim
que me faz objeto que tu guardas nas mãos
Quero me dar de presente
Uma vida diferente da que levo
Da inocência infiltrada pela
substância maléfica que me trás prazer.
È assim o horror dos traídos
Dos fracos, que enchergam em máscaras, sonhos
E os agarram como se fossem o bastante
Para completar nosso ser...
A euforia do começo do uso, passou
Tive as crises, as dores, as recaídas
Agora limpa, sinto apenas a dor da falta
Mas sei que o momento passará
E perceberei que o prazer que se foi
Deixou-me a vida
e a possibilidade de um amor ainda maior.
(Lais Barreto Peixoto)
sábado, 2 de abril de 2011
Passadouro
??Só o tempo será capaz
Da paz do limiar
Demonstrar a tua luz
Que tua mão te faz calar
Dos teus ouvidos moucos
Da incerteza que tu buscas
Cavando e se enterrando
Em um quarto só??
??Sentimentos foram
sufocadas em um travisseiro
Numa madrugada qualquer.
Teus presentes
foram um por um arremessados
pela janela que em meu corpo habita.
Tuas palavras quentes de amor
Foram então petrificados
e fogo nenhum é capaz de salva-las.
E os votos de amor eterno
são, hoje, frases embarralhadas
que eu jamais serei capaz de entender.??
(Lais Barreto Peixoto)
Da paz do limiar
Demonstrar a tua luz
Que tua mão te faz calar
Dos teus ouvidos moucos
Da incerteza que tu buscas
Cavando e se enterrando
Em um quarto só??
??Sentimentos foram
sufocadas em um travisseiro
Numa madrugada qualquer.
Teus presentes
foram um por um arremessados
pela janela que em meu corpo habita.
Tuas palavras quentes de amor
Foram então petrificados
e fogo nenhum é capaz de salva-las.
E os votos de amor eterno
são, hoje, frases embarralhadas
que eu jamais serei capaz de entender.??
(Lais Barreto Peixoto)
sexta-feira, 1 de abril de 2011
E assim será com toda a lista
Tendo uma visão apenas superficial dos nossos dias em comuns percebesse o vazio que se enconde na imensidão de um falso "amor", ou paixão de um ser que enjoa facil, que adora desafios, que é confiante e divertido, que é fugaz.
Ele cantou para voce?
Te elogiava e te fez sentir especial?
Te fez poemas?
Amou-te vorazmente também?
Estudou teu geito meigo de ser?
Te manipulou feito marionete?
Te teve quando bem quis?
Amou e desamou facilmente?
Despertou interresse e a abandonou?
Se fez especial e era um cretino?
Usava mascáras de acordo com a ocasião?
Sem mas nem por que começou a mentir?
Choravas dessencontrada por sentimentos inundantes?
Correu atrás e foi sufocada?
è tudo isso ocorreu-me, e um dia bastou-me pra que eu percebesse que não estava mais ali o meu destino.
E foi um tragico Adeus que não saiu da minha boca, mas foi sentido em um peito vazio de tudo que se foi e do nada que ficou...
(Lais Barreto Peixoto)
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